domingo, 6 de fevereiro de 2011

Democracia.......................

Como é bonita a democracia brasileira!

O cidadão que paga os impostos estacionou o veículo (Passat 1982) numa rua estreita do Morro de São Carlos (vide notícia abaixo). O blindado do Exército, que tinha espaço para passar sem danificar o veículo estacionado, resolveu mesmo assim literalmente “passar por cima” do veículo particular, na certeza absoluta da impunidade. Ao cidadão resta reclamar e aguardar uns 20 anos para que a justiça seja feita e ele obtenha um ressarcimento do dano que lhe atingiu.

Enquanto isso, o Banco PanAmericano deixou 4 bilhões de reais de rombo no mercado financeiro, mas o seu dono o empresário Sílvio Santos saiu da fraude cometida sem perder um centavo e sem sequer responder a algum processo administrativo ou criminal sobre a fraude nas contas da mencionada instituição financeira.

Melhor ainda: o Banco BTG Pactual que resolveu assumir as rédeas do negócio terá 17 anos (DEZESSETE ANOS) para pagar a dívida de quatro bilhões de reais sem qualquer reajuste ou correção monetária!!!!!!!

Brasilllllllllllllllllllllllllllllllllllll!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!.........

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Veículo foi 'atropelado' por equipes que subiam o Morro São Carlos.
Passat 1982 é do mesmo dono há 14 anos e havia passado por reforma.

Alba Valéria Mendonça Do G1 RJ

Carro destruído por blindado da Marinha em ocupação da polícia no Rio (Foto:
Thamine Leta / G1)
'Foi barbeiragem do blindado'. Foi assim que o pedreiro e eletricista Sebastião da Silva Machado resumiu o que aconteceu com o seu carro, 'atropelado' pelo blindado da Marinha durante a operação no Morro de São Carlos, na manhã deste domingo (6).
Segundo ele, o Passat do ano 1982 estava estacionado na calçada de uma igreja na Rua Laurindo Rabello, no Estácio, quando foi destruído. O pedreiro afirma que havia espaço suficiente para o blindado passar sem danificar seu carro.De acordo com a secretaria de Segurança, os moradores que se sentirem lesados pela operação podem procurar o posto da corregedoria da polícia que foi montado na Praça da Apoteose, no Centro do Rio.
"Gastei R$ 1.300 nesta última reforma, há menos de um ano", contou ele, que mora num beco onde não há espaço para veículo entrar. Dono do carro há 14 anos, esta era a terceira vez que Sebastião havia investido numa reforma para o veículo.

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